Paz: obra pessoal de Jesus

Fonte: Reflexão de Boa Vontade extraída do livro Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade, de 2014 | Atualizado em julho de 2017.
Arquivo BV

Alziro Zarur

(...) Escreveu Alziro Zarur (1914-1979), na 20a Chave Bíblica da Volta Triunfal do Chefe Supremo do planeta, Jesus: “Nenhum homem, nenhum grupo forte, nenhum povo, nenhuma nação superpotência, comunista ou capitalista, poderá estabelecer a Paz na Terra. Isto é obra pessoal e intransferível de Jesus. Somente o Cristo tem poder — no Céu e na Terra — para realizar essa maravilha”.

Razão por que, há dois milênios, o próprio Jesus nos tranquilizou com Sua promessa: “Minha Paz vos deixo, minha Paz vos dou. Eu não vos dou a paz do mundo. Eu vos dou a Paz de Deus, que o mundo não vos pode dar. Não se turbe o vosso coração nem se arreceie. Porque Eu estarei convosco, todos os dias, até o fim do mundo!” (Evangelho, segundo João, 14:27; e Mateus, 28:20).

Tela: James Tissot (1836-1902)

Detalhe da obra intitulada: Jesus ensina pelo litoral.

Jesus, o Sublime Benfeitor da Humanidade, é a reforma necessária para épocas melhores. Por isso, quanto mais próximos estivermos Dele, mais longe ficaremos dos problemas.

Quem confia em Jesus não perde o seu tempo, porque Ele é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho!

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem "o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno".