Vencendo as adversidades

Fonte: Reflexão de Boa Vontade extraída do livro "Tesouros da Alma", de dezembro de 2017. | Atualizada em dezembro de 2019.
Arlindo Filho

Austregésilo de Athayde

 

Sublimar a dor em vitória é a conquista perene daqueles que suplantaram os mais temíveis obstáculos. Venceram as adversidades por acreditar na existência de um mundo bem melhor para suas vidas e a de seus concidadãos. Prova disso nos deu o saudoso jornalista e escritor Austregésilo de Athayde (1898-1993), coautor da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que dirigiu a Academia Brasileira de Letras (ABL) durante quase 35 anos: “Viver é cultivar os valores do Espírito para superar os embaraços materiais e morais e chegar à conclusão de que, em última análise, dado o balanço geral, a vida é boa de ser vivida”.

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No seu livro Billy Graham responde, na página 123, encontramos um ilustrativo exemplo do valor da perseverança nas lides do Bem. Escreve o conhecido pastor evangélico norte-americano: “Quando o carpinteiro naval precisava de madeira para fazer um mastro para um barco a vela, ele não a procurava num vale, mas no alto da montanha, onde as árvores haviam sido castigadas pelos ventos. Essas árvores, ele o sabia, eram as mais fortes de todas. Não escolhemos as agruras; porém, se as enfrentarmos com bravura, elas poderão enrijecer a fibra de nossa Alma”.

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem “o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno. Em suma, a constante matemática que harmoniza a equação da existência espiritual, moral, mental e humana. Ora, sem esse saber de que existimos em dois planos, portanto não unicamente no físico, fica difícil alcançarmos a Sociedade realmente Solidária Altruística Ecumênica, porque continuaremos a ignorar que o conhecimento da Espiritualidade Superior eleva o caráter das criaturas e, por conseguinte, o direciona à construção da Cidadania Planetária”.