John Kennedy e a paz
Muitas nações não estão diretamente envolvidas nos conflitos armados que flagelam este orbe, mas todas sofrem a opressão do medo ou da miséria, pela violência dos armamentos novos ou pelo desvio maciço de verba para a indústria da morte, em prejuízo da instrução, educação, espiritualização, alimentação e saúde dos povos. Portanto, a guerra nos afeta a todos nestes tempos de comunicação rápida e de temporais de informações, que ameaçam, com seus raios e trovoadas, dar curto-circuito nos cérebros. Daí a inclusão que faço, neste bate-papo despretensioso com Vocês, deste pensamento de John Fitzgerald Kennedy (1917-1963): “Só as armas não bastam para guardar a paz. Ela deve ser protegida pelos homens (...). A mera ausência de guerra não é paz”.Armas sendo recauchutadas
Por sinal, o cineasta e incansável agitador intelectual Arnaldo Jabor, em sua coluna no “Estado de S.Paulo”, do último dia 14, revela-nos que “o Pentágono está recauchutando 10 mil bombas ‘velhas’, para que rejuvenesçam e durem mais. Podem destruir o mundo 40 vezes (...)”.Para edificar a Paz
Na revista “Globalização do Amor Fraterno” (em português, francês, inglês e esperanto), entregue pela Legião da Boa Vontade a chefes de Estado e demais delegações presentes no “High-Level Segment 2007”, na sede da ONU, em Genebra, Suíça, trouxe, de meu livro “Reflexões da Alma”, um notável trecho extraído do Preâmbulo da Constituição da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura — Unesco, aprovada em 16 de novembro de 1945, por considerar que outro caminho para a Humanidade será o da destruição: “─ Se as guerras nascem na mente dos homens, é na mente dos homens que devem ser construídos os baluartes da paz”.