Governo Invisível

Fonte: Reflexão de Boa Vontade extraída do livro “Jesus e a Cidadania do Espírito”, de outubro de 2019.

Não podemos eterna e preconceituosamente ignorar a possibilidade de existir um Governo Espiritual (ainda) Invisível que — seguindo parâmetros cuja decifração ainda não alcançamos o significado completo — a tudo dirige, mesmo que respeitando o nosso livre-arbítrio, nem sempre bafejado pelo bom senso, diga-se de passagem.

Raio-X: NASA, CXC, UMass , D. Wang et al, Rádio NRF / S

Em Os manuscritos do mar morto — documentos de antiga seita judaica (possivelmente os essênios), descobertos entre 1947 e 1956, em Qumran, Israel, distante por volta de doze quilômetros de Jericó —, temos o seguinte hino de ação de graças Àquele que tudo sabe e tudo comanda com Sua Misericórdia Suprema: Deus, Pai-Mãe Universal, o Cidadão-Mor de Todo o Universo.

“Tu és paciente em Teus julgamentos

“e justo em todas as Tuas ações.

 

“É por Tua sabedoria [que todas as coisas existem desde] sempre,

“e antes de criá-las Tu conhecias suas obras

“para todo o sempre.

“[Nada] é feito [sem Ti]

“e nada se sabe a não ser que Tu o desejes.”

Eis um cântico de Cidadania Espiritual, a nos conduzir o olhar para dimensões mais elevadas, nas quais vigoram Leis Divinas, que precisamos aprender e, sobretudo, vivenciar em nosso dia a dia.

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem “o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno. Em suma, a constante matemática que harmoniza a equação da existência espiritual, moral, mental e humana. Ora, sem esse saber de que existimos em dois planos, portanto não unicamente no físico, fica difícil alcançarmos a Sociedade realmente Solidária Altruística Ecumênica, porque continuaremos a ignorar que o conhecimento da Espiritualidade Superior eleva o caráter das criaturas e, por conseguinte, o direciona à construção da Cidadania Planetária”.