Apocalipse e esperança

Fonte: Jornal de Brasília, edição de 28 de agosto de 2012, terça-feira.

Em 3 de abril de 1991, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, tive a oportunidade de, pregando, dirigir-me aos que me honravam com a sua atenção:

A Profecia serve para alertar, fortalecer e dar esperança. Ela assusta apenas os que não a querem estudar sob a Intuição de Deus, os quais, por isso, vivem atemorizados. O Apocalipse não foi feito para apavorar com os caminhos obscuros do mistério, mas para iluminar as estradas da nossa vida, porque Apocalipse significa Revelação. E, como é Revelação, mostra-nos o que estava oculto. E, se descobrimos o que estava encoberto, perdemos o temor das coisas. O desconhecimento é o pai e a mãe da ignorância, a geradora do medo.

Esse breve comentário faz parte de meu livro "Jesus, o Profeta Divino", da Editora Elevação. Nesse despretensioso trabalho, procuro demonstrar a universalidade do ensinamento do Cristo Ecumênico, o Divino Estadista. Cada vez que se conhece e entende melhor Jesus, a vivência do mais abrangente ecumenismo se torna realidade entre as criaturas humanas.

PROFESSOR HERMÓGENES

Recentemente entrevistado pela equipe da Boa Vontade TV (Oi TV — Canal 212 — e Net Brasil/Claro TV — Canal 196), o professor José Hermógenes de Andrade Filho, pioneiro em terapias holísticas no Brasil, encaminhou-me exemplar de "O Presente", com fraterna dedicatória: "Irmão Paiva Netto, entrego, confio, aceito e agradeço. Você é o ‘O Presente’ que Deus quer. J. Hermógenes".

Da obra, trago-lhes uma passagem que vem ao encontro do Natal Permanente da Legião da Boa Vontade (LBV), que a tantas Almas socorre e ampara todos os dias: "Tenha sempre diante dos olhos espirituais o fato de que Deus, com todo seu poder e glória, não paira muito longe, em algum remanso cósmico longínquo, mas está dentro de você. Adore-O em seu altar de tranquilidade e silêncio. Sirva-O na pessoa necessitada. Garanto que Jesus celebra, no templo de seu coração, não uma vez por ano, mas em todos os dias, o mais Radioso Natal".

SAMUEL RAWET

1) Dr. Samuel Rawet 2) Dr. Ariel Apelbaum

Recebi do nobre dr. Ariel Apelbaum o título "Samuel Rawet — fortuna crítica em jornais e revistas", organizado por Francisco Venceslau dos Santos, com a seguinte dedicatória: "Ao Irmão Paiva Netto, com carinho do amigo Ariel Apelbaum". Será um prazer me inteirar mais sobre o dr. Samuel Rawet (1929-1984), judeu-polonês, ilustre personagem de nossa história. Brasília está aí para confirmar. Além de contista, romancista, dramaturgo e ensaísta, foi engenheiro de cálculo de concreto armado, integrante da equipe da Novacap, quando trabalhou nos cálculos para a edificação do prédio do Congresso Nacional.

FELIPE PENA

Priscilla Antunes

Dr. Felipe Pena

Agradeço também ao escritor Felipe Pena pela gentileza do envio de "No jornalismo não há fibrose – e outros ensaios críticos sobre a imprensa". O autor é jornalista, roteirista, psicólogo e professor de jornalismo na Universidade Federal Fluminense. Ele assim me escreveu: "Para o amigo Paiva Netto, com o perdão por esta edição, que ainda não é definitiva. Abraço. Felipe Pena".

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem "o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno".