Paz para o Milênio

Fonte: Reflexão de Boa Vontade extraída de publicação especial para a ONU, em agosto de 2000. | Atualizada em setembro de 2021.

Em Paz para o Milênio, publicação que inicialmente elaborei para a Conferência de Cúpula da Paz Mundial para o Milênio, evento organizado pelas Nações Unidas (ONU), em agosto de 2000, na sua sede em Nova York/EUA, escrevi:

É preciso Globalizar a Solidariedade, o Amor Fraterno. Afinal, somos humanidade. Desde o princípio das eras, temos indissolúvel ligação neste orbe. Somos, portanto, muçulmanos, xintoístas, católicos, bramanistas, budistas, protestantes, hinduístas, bahá’ís, judeus, espíritas, esotéricos, agnósticos, mórmons, umbandistas, ateus... Somos, por fim, seres humanos!

Vivian R. Ferreira

A Nave do Templo da Boa Vontade acolhe todo peregrino que busca um "agasalho para o sentimento", conforme define o fundador do Monumento.

Isso significa dizer que é imprescindível respeitar as origens e procurar compreender o ponto de vista do nosso semelhante para, com ele, coexistir na sintonia da Paz, de modo que possamos juntar as mãos e trabalhar por quem padece, antes que, de forma globalizante, os padecentes sejamos todos nós, enquanto promotores dementados de verdadeira chacina, ao fomentar um progresso, porém de destruição. (...)

Cooperando com a ONU

Certa vez, ao ser indagado sobre a cooperação que a LBV vem oferecendo à Organização das Nações Unidas desde 1994, respondi:

Sigamos confiantes, contudo sempre atentos e diligentes, nas providências que estão sendo tomadas em âmbito nacional e mundial, a exemplo das vastas iniciativas da ONU. E a essas oportunidades preciosas comparecemos com a nossa sincera colaboração de instituições nascidas do seio da sociedade, que, cada vez mais, toma consciência de seus direitos de cidadania, nas medidas que hão de criar “um Brasil melhor e uma humanidade mais feliz”. Não num futuro distante, todavia o mais próximo possível!

A todos ofereço, pois,

Uma palavra de Paz

Ensinou Jesus: “Novo Mandamento vos dou: amai-vos como Eu vos amei. (...) Não há maior Amor do que doar a própria vida pelos seus amigos” (Evangelho, segundo João, 13:34 e 15:13).

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem “o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno. Em suma, a constante matemática que harmoniza a equação da existência espiritual, moral, mental e humana. Ora, sem esse saber de que existimos em dois planos, portanto não unicamente no físico, fica difícil alcançarmos a Sociedade realmente Solidária Altruística Ecumênica, porque continuaremos a ignorar que o conhecimento da Espiritualidade Superior eleva o caráter das criaturas e, por conseguinte, o direciona à construção da Cidadania Planetária”.