Homenagem Especial aos Pais

Fonte: Revista JESUS ESTÁ CHEGANDO!, edição 82, de agosto de 2005.

O radialista Mário Augusto Brandão e Santos trouxe a mim palestras que realizei num período de 25 anos. Então, reuni alguns trechos para trazê-los a Vocês, porque procuramos de maneira ecumênica inspirar nossas palavras nos ensinamentos de Jesus. Por isso, juntamos a opinião de tantos e tantos, em função do Mandamento Novo do Cristo que diz: Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. (...) Não há maior Amor do que este: dar a sua própria vida pelos seus amigos. (...) Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos tenho amado. Permanecei no meu Amor (Evangelho do Cristo, segundo João, 13: 34 e 35; 15: 12, 13 e 9).

No segundo domingo do mês de agosto comemoramos o Dia dos Pais no Brasil. Na Legião da Boa Vontade (LBV) consideramo-lo todos os dias, pois o Amor na Família precisa ser constante. O poeta e escritor alemão Heinrich Vierordt (1855-1945) afirma: “Títulos, honras, favores humanos, tudo, tudo é pálida neblina apenas; e o único bocado sólido de sorte é a felicidade familiar.”

E, nesta ocasião especial, firmados na palavra do Divino Mestre, em Sua Prece Ecumênica do Pai-Nosso*1, não nos podemos esquecer de homenagear, inicialmente, o maior de todos os pais: o Celestial.

Ao dedicar algumas linhas aos heróis que pelo mundo desempenham bem o seu papel de educar os filhos, faço-o com muito carinho. Minha saudação é extensiva aos que não mais se encontram no Planeta, visto que habitam agora o Plano Espiritual. A morte não interrompe a Vida. Na Terra ou no Céu da Terra continuamos a trilhar a Existência Eterna.

"Não devemos educar as novas gerações com pendor ao asqueroso vício da impunidade. Quando todos querem, de qualquer forma, sair lucrando, sempre chegará o momento em que ninguém desfrutará de ganho algum, pois ter-se-ão ido, além dos anéis, os dedos."

Por exemplo, o nobre Dr. Bezerra de Menezes — que coordena a Revolução Mundial dos Espíritos da Luz no Mundo da Verdade — viveu, em sua última reencarnação no Brasil, de 29 de agosto de 1831 a 11 de abril de 1900. Nem por isso deixou de permanecer vivo, porquanto, verdadeiramente, os mortos não morrem. Razão por que aqui comparece com períodos de suas mensagens psicografadas, a respeito do valor da Família, durante reuniões do Centro Espiritual Universalista, o CEU da Religião de Deus, por meio do sensitivo Legionário da Boa Vontade Francisco de Assis Periotto:

Temos de preservar os valores maiores de nossas vidas, que são os sentimentos de maternidade, paternidade, de família, entre todos. Fazendo isso, mereceremos sempre a proteção dos Espíritos de Deus, que amparam e equilibram o ambiente de higiene espiritual junto ao Planeta Terra (...)
Não há Religião firme sem o envolvimento da Família (...)
Se atingirmos o equilíbrio familiar, levaremos o mesmo equilíbrio para a vida diária, para o trabalho, para as relações interpessoais (...)
Reflitamos sobre os compromissos individuais e coletivos de nossas Famílias. Acertadas as diferenças, conseguimos alimentar ainda mais a maravilha da realização com Deus (...)
Unir nossos entes queridos, parentes ou não, num gesto fraternal perene, na condução, no crescimento de nossas crianças, é ato moral, digno, diante do Pai que está no Céu. O Criador apóia aqueles que harmoniosamente inflamam o seio do Lar no Amor, na Solidariedade e principalmente na Responsabilidade da vida. Cuida da Família e o mundo será mais feliz! E a mulher, com o seu espírito maternal, realiza o ensejo da relevância da existência na Terra e do Progresso Espiritual valoroso (...)
Oremos por nosso Brasil e pela Humanidade, fortalecendo a Instituição chamada Ser Humano, a Organização chamada Família, porque os Povos da Terra sentirão a necessária convivência dos pólos diferentes: é a Cultura de Deus, é a universalidade dos Espíritos. Em suma, o Cristianismo Ecumênico.”

 

A Pedagogia do Afeto

Respeitada a Hierarquia Divina, as bênçãos do Criador recairão sobre aqueles que, dia a dia, se esforçam para que nada falte aos seus filhos, incluído o direito de pensarem por si mesmos; alertados, porém, de que a cada ato corresponde o devido efeito. E nisto consiste a glória dos pais: prepará-los devidamente para a vida (...). Não devemos educar as novas gerações com pendor ao asqueroso vício da impunidade. Quando todos querem, de qualquer forma, sair lucrando, sempre chegará o momento em que ninguém desfrutará de ganho algum, pois ter-se-ão ido, além dos anéis, os dedos. O Povo é uma permanente surpresa.

(...) E aí reside um dos fatores da violência: “Pode fazer isso. Não vai dar em nada mesmo...”. Será? Eis a cultura da inconseqüência.

John Ruskin (1819-1900), um dos mais importantes críticos e pensadores ingleses da arte no século XIX, defendia: “ Fazer com que suas crianças sejam capazes de ser honestas é o começo da boa educação".

Por esta razão, o combate à cultura doentia de se tirar proveito de tudo, sob qualquer pretexto, é a defesa de uma sociedade saudável, porquanto o que atinge o destino da família contamina um Estado inteiro. E vice-versa. A Democracia é o regime da responsabilidade.

No seu livro O Médico de Aldeia, Honoré de Balzac (1799-1850), autor da famosíssima Comédia Humana, escreveu: “Perdendo a solidariedade das famílias, a sociedade perdeu essa força fundamental que Montesquieu descobrira e chamara a Honra".

Aliás, aos que asseguram ser as bases da coletividade mundial apoiadas somente na ação direta do indivíduo, esta afirmativa do formidável Victor Hugo (1802-1885): “Toda doutrina social que visa destruir a família é má e, de mais a mais, inaplicável... Quando decompuserdes uma sociedade, o que encontrareis como resíduo final não será o indivíduo e sim a família".

Por seu lado, dizia Rui Barbosa (1849-1923), notável jurista brasileiro, a Águia de Haia*2: “A pátria é a família amplificada. É a família divinamente constituída tendo por elemento orgânico a honra, a disciplina, a felicidade, a benquerença, o sacrifício".

O afeto que inspira a nossa Pedagogia, tomado em seu sentido supino, é, além de um sentimento de Alma elevado, uma estratégia política, igualmente compreendida na sua índole mais exalçada, em consonância com a Justiça Social, como uma estratégia de sobrevivência para o indivíduo, povos e nações. Os Seres Humanos — portanto, os cidadãos, entre eles os esperançosos jovens — são muito mais do que um saco de carne, ossos, músculos, nervos, sangue. Amam e sofrem. Sonham, desejam, constroem, frustram-se, e, apesar de tudo, prosseguem, vão em frente... Merecem, além de leis, respeito para que elas jamais constituam obscuros privilégios, e possam ser cumpridas em benefício de todos.

 

Relacionamento entre Pais e Filhos

Apenas com o Amor Fraterno — passe o tempo que necessário for, superados todos os percalços —, será sustentada uma relação entre pais e filhos, filhos e pais, sólida e indestrutível, porque a fortaleza dessa união estará sobre o mais sublime dos sentimentos.

Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu Irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu Irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte Dele, este mandamento: aquele que ama a Deus ame também a seu irmão. (...) porque Deus é Amor (Primeira Epístola de João, 4: 20, 21 e 8).

E esta lição de João Evangelista, que se inspirou em Jesus, seu Divino Mestre, recorda-me uma complementação do saudoso Alziro Zarur (1914-1979) à palavra do Discípulo Amado: E nada existe fora desse Amor. Por conseguinte, desse afeto, substância que percorre e mantém viva a Alma, como o sangue não permite que o corpo humano gangrene, ao levar vida a todas as suas partes (...).

Na verdade, a luta é grande; os obstáculos, muitos. Daí, a importância de cuidarmos para que não falte aos nossos filhos o alimento material. Todavia, não nos esquecendo, antes de tudo, de os saciar espiritualmente, conforme defendemos na Pedagogia do Cidadão Ecumênico ou Pedagogia do Afeto*3.

Contudo, por que a chamamos assim? Ora, o Ecumenismo é para isso. Em vez de nos matarmos por causa de religião, de ciência, de ideologia, de filosofia, de política, de clubes de futebol, ou o que mais o seja, devemo-nos unir ecumenicamente, isto é, sem levar em consideração se a pessoa é negra, branca, amarela, mestiça — aliás, toda a população terrena é mestiça —, e levantar quem estiver caído na vala comum da miséria física, social, moral ou espiritual. Esse é o Ecumenismo sem fronteiras que pregamos. Por isso mesmo, o do Afeto, de que andam carecendo os povos. Continua faltando humanidade à Humanidade. Você está rindo desta argumentação? Perdeu a fé nas criaturas? Desistiu de usar sua inteligência em prol de tempos melhores? Então, não se queixe da violência. E não haverá muro ou cerca eletrificada que possa salvá-lo, ou salvá-la, dessa grosseria que apavora as ruas, porquanto a violência pode estar dentro da sua própria casa.

Daí a necessidade do afeto na família, que é a base de uma nação. Temos de levar essa Pedagogia do Cidadão Ecumênico, porque fortalecidos no seu caráter, esses jovens se tornarão imbatíveis nas coisas que merecem o respeito e a decisão de todos. Alcançarão as vitórias que tanto almejamos para eles como para os filhos de outros pais. A felicidade de uma família depende do bem-estar de todas. O Amor, ou a dor, ensinará essa verdade à consciência das multidões, no transcurso das épocas.

Que nossos filhos estejam bem-vestidos, alimentados, nutridos, medicados quanto se fizer preciso. Mas, acima de tudo, protegidos das más influências psíquicas e espirituais, que fatalmente resultam nos males físicos e sociais. Para a reflexão de Vocês, trago uma comovente mensagem de autoria de W. Livingston Larned, que ficou famosa na interpretação magistral do jornalista, radialista, poeta e filósofo brasileiro Alziro Zarur.

Meditemos em profundidade sobre as palavras de um pai que, estremecido, observa seu querido filho — que dorme na inocência natural e confiante das crianças — e reconhece que não pode permitir que a rigidez na criação, até certo ponto necessária, sufoque os laços de Amor que aproximaram dele, pai, o Espírito que habita o corpo daquele pequenino. Porque há Vida antes da Vida.

 

Meu filho é uma criança

"Ah, meu filhinho! Eu te falo enquanto dormes. A mãozinha encolhida debaixo do rosto e o cachinho úmido, caído sobre a tua testa.

"Há poucos minutos, quando no meu gabinete lia o jornal, uma onda terrível de remorso tomou conta de mim. Reconhecendo-me culpado, vim para o teu lado, meu filhinho.

"Vou dizer-te, filho, o que estive pensando.

"Na verdade, tenho sido exigente demais para contigo. Eu te repreendo quando estás te vestindo para ir à escola, só porque passaste no rostinho a toalha úmida.

"Eu te censuro, só porque os teus sapatinhos não estão completamente limpos.

"Chamo a tua atenção com aspereza e até com raiva, quando jogas alguma coisa tua no chão.

"À hora do café, encontro faltas ainda e reclamo que desperdiças as coisas, comes com pressa, pões os teus cotovelinhos na mesa, passas manteiga demais no teu pão.

"Vivo o tempo todo a ralhar contigo, meu filho.

"E quando sais para brincar, e eu vou para tomar o meu ônibus, levantas a mãozinha, acenas com gesto de amizade e dizes: ‘Até logo, papai!’.

"E eu, na eterna mania de te repreender, franzo a testa e respondo: Endireita os ombros!

"E quando volto à tardinha, recomeço a minha ranzinzice; sempre exigências e mais exigências.

"Quando subo a estrada, venho te espiando. Vejo-te de joelhos, jogando bola de gude com os teus amiguinhos, descubro um buraco na tua meia; diante dos teus companheiros, te humilho, te dou ordens para seguir à minha frente para casa; que as meias custam muito dinheiro, se tivesses que pagar por elas, saberias ser mais cuidadoso.

"Imagina só, meu filhinho adorado, tudo isto de um pai para um filho.

"Lembras-te de mais tarde quando eu estava no gabinete lendo, como vieste timidamente com uma espécie de mágoa brilhando nos teus olhinhos, quando olhei para o jornal, aborrecido com a interrupção, ficaste hesitando na porta, e eu disse intempestivamente: que você quer?

"Não disseste uma única palavra, mas correste para mim, passaste os bracinhos no meu pescoço e me beijaste. Os teus bracinhos me apertaram com o afeto que Deus colocou florescente no teu coraçãozinho, e que mesmo com toda a minha negligência não pôde fenecer. E te foste aos pulinhos, escada acima para dormir.

"Bem, meu filho, logo depois deixei o jornal cair.

"Um receio doentio me invadiu o coração. Que vantagem para mim vinha ensejando o meu modo de te maltratar, pensando te educar? Descobrir tuas faltas, repreender-te pelas mínimas coisas, era a minha recompensa para ti, meu filho, por seres uma criança? Não era porque não te amasse, era porque queria exigir demais da tua infância. Eu te estava medindo com as jardas dos meus próprios janeiros. E no teu caraterzinho há tanto de bom, de meiguinho, de verdadeiro. Teu coração é tão grande como a própria aurora quando desponta sobre a grande montanha. Melhor demonstração de tudo isto não podias dar do que, apesar de tudo e depois de tudo, correndo para mim e beijando-me carinhosamente ao dizer-me: ‘Boa-noite!’.

"Ah, meu filho! Hoje nada mais importa.

"Deixei tudo, vim para o teu lado no escuro, e aqui estou ajoelhado, envergonhado diante de ti, cheio de remorso.

"Esta é uma fraca reparação.

"Mas, meu filhinho, amanhã eu serei um verdadeiro papai. Serei um companheiro teu. Quando sofreres, eu sofrerei. Quando te rires, eu me rirei. Morderei minha língua quando vierem palavras de impaciência, pois eu me conservarei repetindo como se fosse um ritual: ‘Meu filhinho ainda é uma criança, uma pequenina criança’. Estou receoso de te haver encarado como um homem, filhinho. Entretanto, quando te vejo agora, todo encolhidinho, despreocupado na tua caminha, entendo que realmente és apenas uma criança. Ainda ontem estavas nos braços de tua mamãe, com a cabecinha recostada no seu ombro. Ah, meu filho, eu estava exigindo muito de ti, muito, muito!

"Que Deus me perdoe!"

Que haja, para todo o sempre, o Amor de Deus a unir pais e filhos, a engrandecer as Famílias. É a salvação da Terra. Como dizia Alziro Zarur: “O Amor é todo o encanto da vida. A vida sem Amor não vale nada.”

*****

*1 Pai-Nosso — Prece Ecumênica de Jesus — (Nota do autor) “É a Oração Ecumênica por excelência. É possível entoá-la, sem ferir os postulados da crença de quem a faz, porque se trata de um filho, um suplicante, dirigindo-se a seu pai. Como expliquei em Reflexões da Alma, da Editora Elevação, os irmãos ateus igualmente podem fazê-lo, pois, se não acreditam num Poder Celeste, com certeza louvam a Ética, a Fraternidade, a Solidariedade, a Compaixão, a que devem elevar sua consciência. Por isso é conhecida como Pai-Nosso, de religiosos e ateus, a Prece milenar de Jesus”.

*2 Águia de Haia — Coube a Rui Barbosa a relevante tarefa de representar o Brasil na histórica conferência ocorrida na Holanda em 12 de julho de 1907, na qual ganhou o título de “Águia de Haia”, cidade onde ocorreu o famoso encontro, por deslumbrar o mundo com suas idéias. Embora tenha sido recebido com frieza, por ser representante de um afastado país sul-americano, ao proferir seu discurso sacudiu os presentes, quando, inflamado, falou de política, soberania, igualdade entre as nações, não obstante a influência militar e econômica das nações poderosas. E, assim, ganhou o respeito e a admiração dos congressistas.

*3 Pedagogia do Cidadão Ecumênico ou Pedagogia do Afeto — Trata-se, resumidamente, de uma vanguardeira metodologia de ensino, preconizada por Paiva Netto e aplicada com sucesso nos programas e projetos socioeducativos desenvolvidos pela Legião da Boa Vontade em todo o País, por meio de Lares para crianças, jovens e Terceira Idade; Centros Comunitários, Educacionais, Esportivos e Pólos Culturais. É fundamentada nos valores nascidos do Amor Universal aliado à justiça social, dispondo o indivíduo para viver a Cidadania Ecumênica, firmada no exercício pleno da Solidariedade Planetária, acima de crenças, descrenças, tradições, etnias e seja lá mais o que for. Como define Paiva Netto, na revista Sociedade Solidária Altruística Ecumênica (7a edição), editada em diversos idiomas e encaminhada à Organização das Nações Unidas (ONU): “(...) O Cidadão Ecumênico é o cidadão solidário, portanto não-egoísta. É aquele que não se deixa seduzir pelo fanatismo, porque entende que não faz sentido odiar em nome de Deus, que é Amor. Enfim, é o que sabe respeitar a sagrada criatura humana sem preconceitos e sectarismos. O que é ético não pode acovardar-se. Quando o território não é defendido pelos bons, os maus fazem ‘justa’ a vitória da injustiça. (...)”. Na proposição desta revolucionária forma de instruir, também conceitua: “A Educação, quando acertada, liberta. E, com a Espiritualidade, sublima”. Sobre um dos agentes nesse processo ensino-aprendizagem, o Diretor-Presidente da Instituição afirma que “o jovem é o futuro no presente. Confiemos nele, tal como fez São Francisco de Assis, que é Patrono da LBV, fundada pelo saudoso Alziro Zarur!” Tal assertiva expressa a cultura do respeito e do cuidado para com as novas gerações, fomentada pela LBV desde sua fundação, há 56 anos.

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta. É diretor-presidente da Legião da Boa Vontade (LBV). Membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), é filiado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), à International Federation of Journalists (IFJ), ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, ao Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e à União Brasileira de Compositores (UBC). Integra também a Academia de Letras do Brasil Central. É autor de referência internacional na defesa dos direitos humanos e na conceituação da causa da Cidadania e da Espiritualidade Ecumênicas, que, segundo ele, constituem “o berço dos mais generosos valores que nascem da Alma, a morada das emoções e do raciocínio iluminado pela intuição, a ambiência que abrange tudo o que transcende ao campo comum da matéria e provém da sensibilidade humana sublimada, a exemplo da Verdade, da Justiça, da Misericórdia, da Ética, da Honestidade, da Generosidade, do Amor Fraterno. Em suma, a constante matemática que harmoniza a equação da existência espiritual, moral, mental e humana. Ora, sem esse saber de que existimos em dois planos, portanto não unicamente no físico, fica difícil alcançarmos a Sociedade realmente Solidária Altruística Ecumênica, porque continuaremos a ignorar que o conhecimento da Espiritualidade Superior eleva o caráter das criaturas e, por conseguinte, o direciona à construção da Cidadania Planetária”.